quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O tempo e a saudade

“O tempo não para, só a saudade faz o tempo parar”.

O tempo, como um rio, está sempre em movimento... Em alguns momentos gostaríamos que ele parasse... em outros, que andasse ainda mais depressa. O certo é que não temos controle sobre ele e, se não aprendermos e aceita-lo e a entender sua dinâmica e seu sentido, como os filhos de “cronos” (deus do tempo), seremos também por ele devorados.

Como humanos buscamos a transcendência do próprio tempo. Queremos ir além dessa fronteira, queremos antecipar a eternidade. E, na experiência da saudade aprendemos que é possível reviver, antecipar e ir além do tempo. A saudade, como uma criança, protesta pelo brinquedo que se quebrou, por aquilo que se tinha e não se tem mais...

Abraços terapêuticos!
Frei Paulo Sérgio, ofm

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