“Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível de encontrar: a amizade” (Charles Chaplin).
A amizade verdadeira e genuína pressupõe uma participação intensa, puramente objetiva e completamente desinteressada no destino alheio; participação e parceria que, por sua vez, significam que nos interessamos pelo (a) amigo (a). E esse inter-esse não significa dominação ou manipulação, mas ajuda mútua, presença transformadora, participação!
Muitas vezes tememos a amizade (e também o amor) por medo de sofrimento. Em qualquer relacionamento humano vamos experimentar dificuldades, vamos ferir e seremos feridos. Mas, tais feridas, podem nos fazer crescer, nos tornar pessoas mais fortes e evoluídas. Somente sendo amigo, haveremos de entender o que significa uma verdadeira amizade...
Abraços, terapêuticos,
Frei Paulo Sérgio, ofm
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