“O exercício do cuidar deveria ser a inspiração de toda ação religiosa. Jesus nos ensinou a cuidar do próximo” (Gabriel Chalita).
Poderíamos comparar uma pessoa a uma planta ou a uma flor, para entender melhor a relação do cuidado. Não se pode regar demais, nem de menos... É preciso dar a atenção no tempo certo! Mas, é preciso também a capacidade de surpreender, de ser presença onde menos se espera, de partilhar e com-partilhar a vida, a alegria e as vitórias...
Na relação do cuidado vamos aprender que vale muito o mais o tempo dedicado às pessoas, a intensidade de cada tempo, por menor que ele seja. A água pode ser a mesma, mas o importante é a maneira como aconteceu a rega... Como diz Pe. Fábio de Melo: “Você pode até dizer que não entendeu o que eu disse, mas jamais poderá dizer que não entendeu como eu te olhei”...
Abraços terapêuticos,
Frei Paulo Sérgio, OFM
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