“As velas do Mucuripe/ vão sair para
pescar/ vou levar as minhas mágoas/ pras águas fundas do mar” (Mururipe –
Fagner).
As velas se levantam para o
barco singrar, apoiadas simplesmente numa força que sopra, que leva adiante,
que impulsiona o barco a seguir... Da mesma maneira o barco da nossa vida vai
singrando o grande mar, proporcionado a grande travessia, a busca de celebrar o
por do sol, para depois, acolhê-lo do outro lado, com muita alegria, onde ele
nasce de novo!
As mágoas também precisam ser
lançadas ao mar, para aliviar o peso da alma e do coração... As mágoas
guardadas vão tornando-se res-sentimento, peso que carcome o
coração e o impede amar. Lança ao mar suas mágoas, sepulta no chão da terra as
dores e o que te faz sofrer... Deste lugar vai brotar flores, da mesma forma
que, do sepulcro de Jesus brotou ressurreição!
Tenha um abençoado mês de agosto...
Que haja espaço na tua alma pra sonhar!
Frei Paulo Sérgio, ofm
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