“A
vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem
cores” (Augusto Cury).
Eis que chega a primavera, e
com ela, o espetáculo do desabrochar das flores e a ressurreição do cerrado. E
isso tudo comprova: vale a pena cultivar o melhor que podemos ser, vale a pena
florescer para a vida, fazer de nossa vida um sinal de amor para as pessoas...
Como as flores não guardam nada para si, precisamos dar doar-nos, pois reter é
perecer!
Como toda tempestade
passará; como toda noite escura amanhecerá em aurora; como toda dor chegará ao
fim... Assis tudo passa, mas o que realmente fica e permanece é a seiva da vida
fluindo em cada um de nós, apontando-nos a ressurreição e a luz infinita... Se
pelo amor a gente viver, pelo amor valerá a pena também fazer a travessia da
própria vida...
Abraços
terapêuticos,
Frei
Paulo Sérgio, ofm
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