"Eu te abraço para abraçar o que me falta” (Rubem Alves).
Estamos todos a caminho,
buscando a completude e também a plenitude... Em cada abraço sincero
encontramos um pouco dessa plenitude, pois no (a) outro (a) encontro aquilo que
me falta e, ao mesmo tempo ofereço um pouco de mim... No abraço está algo
grandioso, pois é nele que encontramos segurança, apoio, solidariedade e
amor...
Na nossa jornada humana
precisamos aprender a compartilhar muitas coisas, mas, acima de tudo,
compartilhar o tempo e a beleza de cada encontro. Quem proporciona encontros
aprendeu a sair de si para estar na dinâmica do outro! E, num abraço,
constela-se todo desejo de estar, simplesmente, na acolhida de SER o que somos,
sem máscaras ou explicações, sem necessidade de justificativas...
Abraços
terapêuticos,
Frei Paulo Sérgio,
ofm
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