“A existência não pode ser
forçada a ir de acordo com você; ela flui de seu próprio modo” (Chandra Mohan –
Osho).
Estou aprendendo, a duras penas, que a vida não flui como eu
gostaria... Estou passando também pela experiência dolorosa da morte do ego,
não no sentido de deixar de existir enquanto “gestor da consciência”, mas no
sentido que ele possa ocupar somente o lugar dele... A experiência do vazio, da
perda de tudo, do não-controle vai acontecendo lentamente...
Não sei onde tudo isso vai dar, mas confesso que não existe
outro caminho... O ego precisar morrer para surgir a consciência mais ampliada,
a visão mais abrangente e a fé verdadeira... Tenho muitas perguntas e poucas
respostas: o que sei é que o caminho está aberto diante de mim e que preciso
fazer escolhas, fundamentadas na consciência do meu ser... Parece haver uma LUZ
por aí...
Abraços terapêuticos,
Frei Paulo Sérgio, ofm
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